Tainhas no Dilúvio: uma webserie do Cinehibisco e Coletivo Catarse

Um projeto de crônica sobre a lógica desenvolvimentista da reordenação do espaço urbano colocando em reflexão o tema e contrapondo-a às soluções sustentáveis que existem e que já estão em prática em pequenas iniciativas. Aqui, neste site, organizada em websérie, você pode navegar pelas cenas/episódios e encontrar sugestões dessas iniciativas e informações sobre cada assunto abordado nas esquetes.

Também você pode “navegar” pelas águas do Arroio Dilúvio, em Porto Alegre, em um passeio quase de sua nascente, nas matas do Morro Santana, até sua foz, no Lago Guaíba. Um leito de águas poluídas, mas que resite e apresenta muita vida resistindo ainda.

Entre no site do projeto!

Uma realização Coletivo Catarse e Cinehibisco com apoio do Fundo Socioambiental CASA.

Gravação da Trilha Sonora (dia 1)

A websérie já está para ser lançada, mas os trabalhos para a sequência dos episódios seguem rolando…

Aqui um pouquinho do trabalho no estúdio do Coletivo Catarse do que falta da produção final da trilha sonora do Projeto Tainhas no Dilúvio.

No violão, Marcelo Cougo, na produção/edição, Gustavo Türck.

Ouça a primeira mix do violão base junto do violão solo. Ainda tem mais instrumentos a serem gravados!

Tainhas no Dilúvio – um passeio pela cidade

Nos dias 14 e 17 estivemos em externa para mais uma leva de cenas para o filme Tainhas no Dilúvio.
Acesse o site do projeto para saber sobre o filme e acompanhar a sua produção. Nestes dias gravamos cenas em que os personagens se deslocam pela cidade em duas realidades bem distintas: a do carro e a da bicicleta. Além disso, tivemos a oportunidade de poder contar, em uma das cenas, com a presença do Zé do Tambor. É uma honra pra nós ter um artista como ele na nossa produção.

E vem mais por aí! Acompanhe….

 

 

Tainhas no Dilúvio

Neste feriado do dia do trabalhador, estivemos trabalhando na captação das primeiras imagens do curta-metragem Tainhas no Dilúvio.
Uma produção Coletivo Catarse e Cinehibisco com o apoio do fundo sócio-ambiental CASA.
O foco do filme é explorar de forma satírica a lógica desenvolvimentista da reordenação do espaço urbano colocando em reflexão o tema e contrapondo-a às soluções sustentáveis que existem e que já estão em prática em pequenas iniciativas e para isso usamos a água como forma de ilustrar essas contradições.
O filme estará pronto em junho. Conheça o projeto uma Tainha no Dilúvio.

Veja algumas imagens de bastidores…

P A R A L E L O

(ficção – 2014 – 8′)

O espaço entre o desejo e o real colidem com uma personagem contemporânea, onde limites e decisões distorcem a realidade.

Roteiro
Éverson Silva

Direção e produção
Éverson Silva
Têmis Nicolaidis

Assessoria de produção
Predo De Camillis

Figurino
Cinehibisco

Direção de fotografia
Éverson Silva
Têmis Nicolaidis

Operação de câmera
Têmis Nicolaidis

Elenco
Charlotte Dafol (Bianca)
Ana Rodrigues (Júlia)
Gustavo Türck (Marcos)
Mainô Türck (Ju)

Edição
Gustavo Türck
Gustavo Cardoso

Direção de trilha sonora
Marcelo Cougo

Gravação, efeitos sonoros, desenho de som, mixagem e masterização
Lucas Kinoshita – Tamborearte Estúdio Móvel

Artistas de efeitos sonoros
Marcelo Cougo
Rose Machado
Lucas Kinoshita

Trilhas

Piano e percussões
Lucas Kinoshita

Violões
Marcelo Cougo

Dança
(Marcelo Cougo & Lucas Kinoshita)

Caminhada
(Marcelo Cougo & Lucas Kinoshita)

Reencontro
(Marcelo Cougo & Lucas Kinoshita)

Finalização
Gustavo Türck

Still
Eliana Mara Chiossi
Pedro De Camillis

Agradecimento
Casa de Cultura Mário Quintana

Realização
Cinehibisco e Coletivo Catarse

Caligrafia – início das filmagens

2015 começou com muito trabalho para o grupo. Depois de uma série de ensaios, iniciamos o ano com as filmagens do curta-metragem Caligrafia, o quarto filme do cinehibisco. João e Luciana estão em crise, ela decide largá-lo, João, então, vai tentar reconquistar sua namorada lhe enviando cartas escritas a mão. Uma produção do grupo Cinehibisco, com roteiro de Gustavo Cardoso, direção de Ana Rodrigues, operação de câmera de Billy Valdez, direção de fotografia de Gustavo Türck, direção de atores de Eliana Mara Chiossi, operação de áudio de Marcelo Cougo e elenco com Gustavo Cardoso, Têmis Nicolaidis e Eliana Mara Chiossi. A previsão de lançamento é ainda para o primeiro semestre de 2015. Veja algumas fotos de bastidores.

Sessão Bodoqe especial: 10 anos do Coletivo Catarse

Nesta semana, nos dias 16, 17 e 18, na sala Norberto Lubisco da Casa de Cultura Mário Quintana, acontece uma programação especial de cinema com as produções do coletivo e o lançamento do curta-metragem P A R A L E L O, uma produção do grupo CineHibisco. A entrada é franca!

16 de outubro


Quilombo da Família Silva
9h30 – Quilombo da Família Silva (documentário – 2012 – 14′) Documentário que narra a história do primeiro quilombo urbano titulado do Brasil que está localizado em Porto Alegre, encravado no bairro rico denominado Três Figueiras. O filme mostra relatos dos quilombos na construção da luta de resistência da família silva que serve de exemplo para outros quilombos do Brasil.

Batuque Gaúcho 20h – Batuque Gaúcho (documentário – 2014 – 27′) Documentário etnográfico que mostra o Batuque ou Nação, como uma forma religiosa afrobrasileira originada no Rio Grande do Sul e que moldou a cultura gaúcha. O Batuque é demonstrado como uma religião diferente do Candomblé e que congrega diferentes nações africanas de origem Iorubá, Jêje e Bantu. O filme mostra a existência de um grupo social denominado de batuqueiros, que tem um número enorme de adeptos e de templos religiosos por todo o Estado e que se estendeu para o Uruguai e a Argentina. Estima-se que exista mais de 10 mil templos de religião africana no estado do Rio Grande do Sul.

O Grande Tambor
20h40 – O Grande Tambor (documentário – 2010 – 120′) O filme narra a trajetória do Tambor de Sopapo, que carrega a história da diáspora africana no Rio Grande do Sul. Sua matriz vem pelas mãos e mentes dos africanos escravizados para a região das charqueadas ao extremo sul do Brasil. É considerado sagrado, retumbando o som por séculos de um purificar religioso para os rituais de matança – realidade presente nas propriedades que produziam o charque entre os séculos XVIII e XIX. A partir da década de 1950, inicia seu caminho no carnaval, quando surgiram as primeiras escolas de samba no estado. O Grande Tambor conta uma parte da história sobre a contribuição dos afrodescendentes na formação simbólica e cultural do povo do Rio Grande do Sul. Sobreviveu pelas mãos de Mestre Baptista, Griô, que preservou a memória e a arte da fabricação de um instrumento de som grave e marcante e que é também um patrimônio cultural brasileiro.

17 de outubro

Tempo de pedra
19h30 – Tempo de Pedra (documentário – 2008 – 51′) Tempo de pedra acontece em uma mutante interface entre lugar e pessoa(s); a cidade e o(s) corpo(s). O cenário é o coração do centro de Porto Alegre. Ali pousa diariamente a grande feira, auto-organizada e vivida essencialmente pelo povo; é o Camelódromo da Praça XV. O filme deriva nessa arquitetura que se move e se transforma a cada dia, na gigantesca e efêmera instalação, território onde necessidade, improviso e estética se fundem e produzem um palpitante fenômeno da cultura urbana brasileira.

Araucaria
21h – Araucária (documentário – 2014 – 26′) É uma busca poética e reflexiva em torno da Araucária, a majestosa espécie arbórea que sustenta relações ecológicas fundamentais e se encontra ameaçada de extinção pela ação humana. O relato aborda desde os usos ancestrais das populações indígenas que habitaram a região do planalto, passando pelos imigrantes, as serrarias, o corte indiscriminado e a devastação, chegando na complexa situação atual. Se problematiza a condição extremamente protegida da árvore, lançando possibilidades de uma conservação pelo uso, muito cuidadosa mas que aproxime a araucária, seus processos, frutos e madeira, das populações que habitam região dessa floresta do frio.

21h30 – Barragem (documentário – 2014 – 39′) Percorremos os caminhos do rio Uruguai, divisa dos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, para apurar a questão da maior bacia hidrográfica da Região Sul do Brasil, que está cravejada de usinas hidrelétricas. O resultado desse trabalho é um apanhado sobre o complexo sistema de rios em corredeiras, que hoje é uma sequência, quase que contínua, de lagos largos e profundos. E justamente nos últimos trechos em território nacional que ainda preservam características originais do ambiente, o governo federal quer autorizar a instalação de novos empreendimentos. Para isso não mede consequências, e passa por cima de direitos sociais, econômicos e ambientais.

18 de outubro

Carijo
19h e 20h – Carijo (documentário – 2014 – 53′) Tupã fez da erva-mate uma planta sagrada. O Guarani tratou de transformá-la em essencial a sua espiritualidade e em uma bebida simbólica e costumeira. O gaúcho assumiu como sua. Este filme versa não exatamente sobre o chimarrão, mas sobre uma estrutura que serviu como o primeiro salto produtivo de produção da erva-mate – anteriormente, os indígenas apenas penduravam chumaços de erva sobre uma fogueira. Mistura do conhecimento guarani com a ânsia pela larga escala acumulativa do imigrante branco, o carijo segue hoje como uma cultura de resistência – é peça chave de uma produção essencialmente artesanal e de característica camponesa. Aqueles que mantêm a chama acesa produzem um mate de sabor intenso e carregado na ancestralidade típica dos povos originários desta terra.

21h – MOSTRA CINEHIBISCO Exibição dos curtas Ciça não está mais aqui, Greyce e lançamento do curta-metragem P A R A L E L O.

Ciça não está mais aqui

Ciça não está mais aqui (ficção – 2013 – 11′) Ciça ainda lembra quem ela é. E depois da janela?

GreyceGreyce (ficção – 2012 – 9′) Greyce é uma menina que trabalha em um supermercado de Porto Alegre. Greyce está pensando em sua vida, naquilo que faz todos os dias. Sonha, acorda e vai trabalhar. O que significa tudo isso? Greyce está prestes a entender que pequenos encontros podem despertar sentimentos latentes.





ParaleloP A R A L E L O (ficção – 2014 – 8′) O espaço entre o desejo e o real, colidem com uma personagem contemporânea, onde limites e decisões distorcem a realidade.

21h30 – Conversa sobre os filmes e o processo de trabalho do grupo (www.cinehibisco.com.br).